Bebê sem oxigênio após bronquiolite obliterante: uma evolução positiva com 1 ano

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Johann
Familiar
Publicado em 10 de abril de 2026 às 14:16

Queria compartilhar um avanço muito bonito.

Meu filho foi diagnosticado em julho de 2025, aos 6 meses. Hoje ele tem um ano… e consegue passar um dia inteiro sem oxigênio.

Quando saiu da UTI, estava com 2 litros por minuto. Depois, pouco a pouco, fomos diminuindo. De novo e de novo. Usamos um fluxômetro neonatal para baixar muito gradualmente entre 0 e 1.

E hoje, ele não precisa mais durante o dia. A saturação dele fica acima de 92.

É um verdadeiro alívio vê-lo respirar sem oxigênio.

Claro, mantemos o equipamento por perto. O cateter e o cilindro nunca estão longe, principalmente à noite, quando ainda pode ser necessário. Mas é uma etapa enorme.

Segundo os fisioterapeutas, há mais alvéolos abertos. Ainda restam atelectasias, mas o progresso está aí.

Agora, continuamos. Fisioterapia todos os dias, exercícios respiratórios, máxima vigilância para evitar infecções.

E com o tempo, o pulmão dele ainda pode crescer e compensar as áreas cicatrizadas.

É positivo. Realmente positivo.

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